Stellantis tem um problema. Veja a escalação atual deles nos EUA. É fino. Fraco contra a concorrência, francamente. O carro novo médio agora custa US$ 50 mil e os compradores estão cansados do aumento de preços. Os consumidores querem opções mais baratas. Stellantis está tentando entregar exatamente isso.
O objetivo é claro: chamar a atenção com preços abaixo de US$ 30 mil em um mercado que raramente os oferece.
Dois novos veículos estão chegando. Ambos da Chrysler. Ambos abaixo de $ 30.001. Eles provavelmente serão chamados de Chrysler Arrow e Arrow Cross. Crossovers compactos, obviamente. Um pode já existir. Os revendedores supostamente viram um protótipo no ano passado chamado “Pronto”, que custava cerca de US$ 20.000. Não se sabe se esse protótipo sobreviverá na sua forma atual, mas a missão permanece a mesma: aumentar os números da marca.
Os designs serão diferentes. Obtém-se o tratamento elegante, a linha do teto tipo cupê que parece definir os pequenos SUVs modernos. Espere que eles lutem contra o Buick Encore GX e aquele angular Buick Envista. Aparências distintas são importantes. A diferenciação no segmento barato é difícil, mas necessária.
Sob o capô? Mistério. Espere alguma eletrificação. Talvez híbrido. Talvez o Hurricane 4 turbo do Jeep Wrangler Rubicon. É um motor de quatro cilindros em linha de 2,0 litros com 325 cv. A Chrysler poderia pegá-lo emprestado? Provavelmente. Por que inventar algo novo quando você pode compartilhar peças? Eficiência acima da exclusividade aqui.
O Chrysler Arrow não está sozinho. Há o SUV de tamanho médio em desenvolvimento: o Airflow. Ele se baseia diretamente no carro-conceito visto anteriormente. O preço-alvo fica abaixo de US$ 40.000, por isso é um pouco sofisticado em relação aos Arrows, mas ainda está posicionado para apelo de massa.
A opinião da Motor1 sugere uma estratégia clara: posicionar a Chrysler como o principal jogo de valor. Os modelos acessíveis estão desaparecendo. Stellantis vê essa lacuna. Eles pretendem preenchê-lo de forma agressiva. O roteiro mostra sete novos produtos nos próximos anos no mercado dos EUA. Uma grande atualização para um portfólio em dificuldades.
O que tudo isso significa para os compradores? Talvez a escolha de gastar US$ 50 mil pareça um pouco menos obrigatória. Ou talvez nada mude, exceto o distintivo na porta. Só o tempo dirá.






















