A Lotus não sobreviveu apenas desde 1952. Eles fizeram coisas. Coisas boas.
Esta é uma olhada em seus maiores sucessos ao lado de modelos que poucas pessoas realmente viram. Alguns eram raros por design. Outros falharam porque o mercado simplesmente encolheu os ombros. Aqui está o detalhamento. Começando pelos mais vendidos.
O fundo do barril (por número)
10: Lotus Seven (1952-73) – 1.615 unidades vendidas
Colin Chapman o construiu. É simples, capota aberta, dois assentos.
Funcionava na rua de terça a sexta.
Corrida no sábado? Fácil.
Sentindo-se barato? Compre o kit ‘completo desmontável’ e construa você mesmo. Os impostos odiavam essa lacuna.
9: Lotus Elan (1962-73) – 6.787 unidades vendidas
Não deve ser confundido com os posteriores.
Este era um corpo de alumínio puro sobre uma estrutura de tubo de aço.
Era caro, frágil e, sem dúvida, o melhor carro para motorista de sua época.
Você levou isso ao ponto das lágrimas. Literalmente, se você não dirigisse com cuidado.
8: Lotus Elite (1957-63) – 899 vendidos
O primeiro Lotus monocoque.
Engenharia brilhante. Economia terrível.
A fábrica em Hethel pegou fogo. De novo.
A produção mudou. Então parou.
É um fantasma. Um fantasma muito lindo.
O meio-termo
7: Lotus Elan (MkII/MkIII) (1964-69) – 2.193 vendidos
Espere, outro Elan? Sim.
Sequência de numeração de chassi diferente, estampagem de carroceria diferente.
Parecia quase idêntico, mas não era.
Os colecionadores odeiam essa nuance. Os compradores não se importaram.
6: Lotus Esprit (1953-58) – 10 vendidos
Espere.
Antes do carro de Bond? Antes da cunha?
Sim. O Espírito de 1953.
Tinha um motor Coventry Climax de quatro tempos.
Apenas dez foram feitos.
Não teve nada a ver com o ícone dos anos 80 além de um nome.
5: Lotus Cortina (1963-69) – 42.782 vendidos
Eles pegaram um Ford.
Adicionadas quatro câmeras.
Adicionada redução de peso.
Adicionado orgulho.
Dominou o BTCC.
Você não poderia andar em um circuito de corrida na Grã-Bretanha sem pisar em uma peça de Cortina.
Os Lançadores Pesados
4: Lotus Europa (1966-75) – 9.616 unidades vendidas
O sonho do motor traseiro no meio do navio.
Baixo. Rápido. Intimidante principalmente para o motorista.
O manuseio foi afiado. A visibilidade era… aventureira.
Definiu o visual de meados dos anos 60.
3: Lotus Seven Séries 1 e 2 (1955-57) – mais de 800 vendidos
Pré-registrado como “Sete”.
Antes que o nome da empresa ficasse totalmente preso.
Cru. Nu.
Esses carros eram ferramentas antes de serem brinquedos.
Muitos ainda dirigem hoje. Muitos não deveriam.
2: Lotus 49 (1967-68) – Carros de F1 (Contagem N/A)
O pioneiro do efeito solo.
Antes que o “efeito solo” tivesse um nome, Colin tinha uma teoria.
Os motores foram montados no chão.
O petróleo saiu. A sujeira entrou.
Eles venceram de qualquer maneira. 13 vezes.
1: Lotus Type 72 (1970-78) – A arma definitiva
Dominou.
A boca de tubarão de Gurney.
A magia aerodinâmica.
Ganhou quatro campeonatos de construtores em cinco anos.
Não havia mais nada parecido na grade.
Então aí está.
Os números nem sempre são iguais ao amor. The Seven vendeu pouco em volume, mas definiu uma marca. O Type 72 ganhou títulos, mas nunca teve placa VIN para uso nas ruas.
A Lotus negociou sob tensão.
Engenharia vs. Comércio.
Sonho versus realidade.
Qual lado vence?
Geralmente nenhum dos dois.
O cheque é compensado de qualquer maneira.
